Foi na época do apartheid. Lembro-me de desejar ser feiticeira e fazer um feitiço anti-racismo; todos os filhos de brancos nasceriam negros, e os filhos de negros nasceriam brancos.
Hoje li um texto lindíssimo que a Isabela publicou no seu blogue em que deseja que os humanos tenham crias de outras raças e que seres de outras raças tenham crias humanas. A ideia comove-me. Não quero saber de pormenores técnicos absurdos, este é o mundo das maravilhas, e a maravilha do mundo é o amor.
Chamem-me lírica, ingénua, parva… A minha convicção é profunda: o amor é a única via. A via para o respeito, para a dignidade, para a compreensão, para a felicidade…
Não é por acaso que os gurus e profetas de todos os tempos têm tentado encaminhar a humanidade para a via do amor. Infelizmente sem sucesso! Quando disseram “amai-vos uns aos outros”, os homens debateram-se com a questão de quem eram os “uns’ e quem seriam os “outros” e esqueceram-se do amor. É que o amor elimina a fronteira entre uns e outros, reunindo todos num único “nós”.
Eu, que sou individualista até à medula, adoro a ideia de “nós”. Quando nós formos todas as pessoas, todas as raças, todos os credos, todos os seres…
Hoje li um texto lindíssimo que a Isabela publicou no seu blogue em que deseja que os humanos tenham crias de outras raças e que seres de outras raças tenham crias humanas. A ideia comove-me. Não quero saber de pormenores técnicos absurdos, este é o mundo das maravilhas, e a maravilha do mundo é o amor.
Chamem-me lírica, ingénua, parva… A minha convicção é profunda: o amor é a única via. A via para o respeito, para a dignidade, para a compreensão, para a felicidade…
Não é por acaso que os gurus e profetas de todos os tempos têm tentado encaminhar a humanidade para a via do amor. Infelizmente sem sucesso! Quando disseram “amai-vos uns aos outros”, os homens debateram-se com a questão de quem eram os “uns’ e quem seriam os “outros” e esqueceram-se do amor. É que o amor elimina a fronteira entre uns e outros, reunindo todos num único “nós”.
Eu, que sou individualista até à medula, adoro a ideia de “nós”. Quando nós formos todas as pessoas, todas as raças, todos os credos, todos os seres…
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