Quando me mudei para o campo, decidi fazer uma horta.Comprei sementes e tudo e mais alguma coisa, desde melões a flores. Semeei em pequenos recipientes e em tabuleiros, com uma camada rasa de terra ou com algodão húmido.
Alegrei-me com a velocidade com que os agriões cresciam. Esqueci-me os nomes das sementes que plantei.
Veio a chuva e arrasou com quase tudo.
Sobreviveram as beterrabas, as courgettes, os pepinos, o feijão e o grão.
Assim que a chuva parou, achei que era altura de plantar na terra. Queria plantar uma horta bonita, com os carreirinhos bem alinhados, daquelas que dá gosto ver. Tentei. O resultado foi uma horta mal amanhada e sem carreiros definidos. Mas, para já, as plantas não morreram, alguns feijoeiros até cresceram bastante.
Amanhã vou plantar na terra as cenouras e o alho francês.
Cá para mim, esta horta ainda vai dar frutos, perdão, legumes!
1 comentário:
A coisa da agricultura não é assim imediata, eu ainda sei. Há tempos, épocas, procedimentos, enfim, é um mundo. Que se vai descobrindo aos poucos. Boas sementeiras!
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