“A vida implica muita dor, e a única dor que podemos evitar é provavelmente a que resulta de tentar evitar a dor.”
R.D. Laing

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A Horta

Quando me mudei para o campo, decidi fazer uma horta.
Comprei sementes e tudo e mais alguma coisa, desde melões a flores. Semeei em pequenos recipientes e em tabuleiros, com uma camada rasa de terra ou com algodão húmido.
Alegrei-me com a velocidade com que os agriões cresciam. Esqueci-me os nomes das sementes que plantei.
Veio a chuva e arrasou com quase tudo.
Sobreviveram as beterrabas, as courgettes, os pepinos, o feijão e o grão.
Assim que a chuva parou, achei que era altura de plantar na terra. Queria plantar uma horta bonita, com os carreirinhos bem alinhados, daquelas que dá gosto ver. Tentei. O resultado foi uma horta mal amanhada e sem carreiros definidos. Mas, para já, as plantas não morreram, alguns feijoeiros até cresceram bastante.
Amanhã vou plantar na terra as cenouras e o alho francês.
Cá para mim, esta horta ainda vai dar frutos, perdão, legumes!

1 comentário:

gab disse...

A coisa da agricultura não é assim imediata, eu ainda sei. Há tempos, épocas, procedimentos, enfim, é um mundo. Que se vai descobrindo aos poucos. Boas sementeiras!