- A minha mãe morreu quando eu tinha cinco anos! - Era o que costumava responder quando me pediam para falar de mim. Achava que esse era o factor fundamental dos meus traumas, só muito mais tarde percebi que a morte da minha mãe tinha sido só o princípio de uma longa vivência traumática.
Passei a maior parte da minha infância com a minha irmã mais velha, o meu cunhado e o meu sobrinho.
Nesta fase da narrativa quero abrir um parêntesis para pensar nos nomes com que vou apresentar as pessoas. Não quero tratá-los pelos nomes verdadeiros para proteger a identidade deles. Chamarei à minha irmã mais velha Magda, ao meu cunhado Mouro e ao filho deles Jonas.
Passei a maior parte da minha infância com a minha irmã mais velha, o meu cunhado e o meu sobrinho.
Nesta fase da narrativa quero abrir um parêntesis para pensar nos nomes com que vou apresentar as pessoas. Não quero tratá-los pelos nomes verdadeiros para proteger a identidade deles. Chamarei à minha irmã mais velha Magda, ao meu cunhado Mouro e ao filho deles Jonas.
Sou a mais nova de 4 irmãs. Quando a minha mãe morreu, todas elas estavam casadas e duas já tinham filhos. Nasci fora de tempo. Fui uma bebé mimada e muito amada. Acho que todo esse mimo ainda tornou mais difícil a mudança para uma realidade tão diferente.
1 comentário:
Continua com isto. Tens muito a dizer. A nossa vida nunca está suficientemente resolvida, por muito que pensemos que sim, que agora já ultrapassámos tudo.
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